
Após ler reportagem em que o Brasil se destaca subindo 8 posições no ranking da competitividade devido “a melhora na competitividade brasileira ser fruto do seu setor empresarial inovador e sofisticado, do tamanho de seu mercado e da melhora na área de estabilidade macroeconômica, comparada com o ano anterior”, disse o Fórum em uma nota oficial. Então posso concluir que a melhora da competitividade do Brasil se deu 50% por esforços dos empresários e 50% por parte da economia. Podemos dizer que se trata de uma parceria! E eu sinceramente acho que os empresários brasileiros fizeram a sua parte, pois em um ambiente totalmente adverso e difícil para a iniciativa privada ela ainda consegue dar um show e levantar a bola do país para os economistas estrangeiros verem. Às vezes acho que eles ficam bobos quando olhando para a nossa situação extremamente difícil (o Brasil ficou na última colocação no quesito impacto dos impostos. O País tem a 2ª pior regulação estatal e o 6º pior desempenho em número de dias para abrir um negócio, é o que diz o mesmo estudo) e verem empresários com resultados superpositivos, conseqüentes de inovação, criatividade, coragem, ousadia e otimismo. “Só quatro países desperdiçam mais dinheiro público que o Brasil. No item corrupção, o País está entre os 13 piores. No critério de confiança sobre políticos, o Brasil ocupa apenas a 127ª posição. A qualidade do ensino também vem freando a competitividade. O Brasil ainda tem o 10º pior resultado em termos de desempenho em matemática. O sistema de educação passou da 117ª colocação para a 103ª, mas ainda está distante dos líderes. No quesito infraestrutura, os portos nacionais ainda estão entre os seis piores em competitividade. E no critério custo da violência, o País fica entre os 15 economias mais caras do mundo” é o que diz o relatório do Fórum Econômico Mundial deste ano. Amados, o nosso Brasil varonil é único, aqui a esperança, o otimismo e a perseverança vencem a cobrança de impostos desfavorável, o temor da violência que ronda as nossas mentes e a deficiência educacional escrita, oral e de conhecimentos fundamentais básicos que mesmo assim não conseguem apagar o brilho da nossa criatividade. Por isso os saúdo e lhes digo que na verdade somos mais que vencedores!















